Ó tédio d’alma, angústia mortal que
me habita!
Ó dor sem causa que me consome, inquieta!
Duro combate entre o meu “id” poeta
E a outra parte, que jaz em sombra infinita.
Densa cratera que me confunde e
acolhe —
E em que, imersa, nem posso dar por mim mesma!
Kryptonita cravada em minha cabeça
Que influencia um quase desejo de morte.
Adoecer dessa forma tão absurda,
É um sofrer que dói e não acha existir
E, ainda assim, contamina tudo que há.
Essa tristeza profunda e cheia de
culpa
É o que sinto, sempre que olho pra mim:
Cheia de amor e não conseguindo amar!
Ó dor sem causa que me consome, inquieta!
Duro combate entre o meu “id” poeta
E a outra parte, que jaz em sombra infinita.
E em que, imersa, nem posso dar por mim mesma!
Kryptonita cravada em minha cabeça
Que influencia um quase desejo de morte.
É um sofrer que dói e não acha existir
E, ainda assim, contamina tudo que há.
É o que sinto, sempre que olho pra mim:
Cheia de amor e não conseguindo amar!